OS SACRIFÍCIOS NOS MOLDAM



Jesus Cristo nos ensinou que devemos seguir os Seus passos para receber o que Ele recebeu de Deus. As Escrituras nos afirmam que Ele não pecou e foi submisso às leis dos homens e às leis de Deus.  Para cumprir o Plano de Salvação, Ele se sacrificou por nós. Agora, gostaria que todos refletissem: O sacrifício de Cristo se deu apenas na crucificação? Claro que não! Aconteceu antes da fundação do mundo, quando espiritualmente o plano de salvação foi idealizado. E quando ele nasceu neste mundo, Ele teve que se despir de sua glória para habitar entre os homens. Abaixo cito João 17:1-5, que foi a oração de Cristo antes de ser crucificado, e retrata acabei de dizer.

"Jesus falou assim, levantou seus olhos ao céu, e disse: Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que também o teu Filho te glorifique a ti; Assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste. E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. Eu glorifiquei-te na terra, tendo consumado a obra que me deste a fazer. E agora glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse". João 17:1-5

GRATIDÃO OU MURMURAÇÃO?


Tenho pensado muito sobre gratidão há algum tempo e sobre como é difícil para o ser humano ter esse espírito grato. Naturalmente, nós temos a inclinação para a insatisfação e para a murmuração. Nunca estamos satisfeitos com quem  somos ou com o que temos. Sempre buscamos por mais e mais, como verdadeiros insaciáveis.

De certa forma isso é bom, pois  esse sentimento nos incentiva a uma constante busca pela melhoria em todas as áreas da nossa vida, seja ele espiritual, profissional, intelectual, etc., mas isso se torna perigoso quando deixamos de agradecer ao Senhor por tudo o que conquistamos e somos até o momento.

Nós temos vários exemplos nas Escrituras sobre a ingratidão e murmuração do povo de Deus e em como o Senhor se sente em relação a isso. A passagem que mais me impressiona é a do povo de Israel no deserto. Eles não conseguiram ver o que o Pai Celestial esta fazendo por eles!  Mesmo depois de ver o mar aberto, mesmo  acordando todos os dias e vendo uma coluna de nuvem que os protegia do sol escaldante do deserto, e muito menos vendo uma coluna de fogo todas as noites que os aquecia das baixas temperaturas. Não conseguiam ver a provisão sobrenatural que caia do céu todos os dias, com sabor de mel, que era o maná. E de vez em quando, Deus  ainda providenciava carne, para que eles variassem o cardápio, 

TEOLOGIA DA PROSPERIDADE


Nos dias de hoje, ser cristão virou sinônimo de alto status. O que mais se ouve é que aceitar a Jesus Cristo como salvador é uma chave para a prosperidade e plenitude de vida. São vários os chamarizes: “Deus é o dono do ouro e da prata, e não do latão”; “Deus te fez para ser cabeça, não rabo”, entre vários outros chavões que acabam desfigurando a verdade bíblica e o verdadeiro chamado de Deus na vida do cristão.

É verdade que Deus protege aquele que nele confia. É verdade, também, que ele é o Deus da provisão e da paz. Suas promessas de plenitude são verdadeiras e maravilhosas. São diversas passagens bíblicas que nos dão a certeza que Ele sabe o que precisamos e nos ajuda. Porém, mesmo diante de suas maravilhosas promessas, precisamos lembrar que tudo há um tempo determinado. Se torna muito perigoso quando começamos a inverter os valores; quando deixamos de entender que somos servos de Deus, e não que devemos ser servidos por ele.

Infelizmente existem pessoas que ensinam nas igrejas que o cristão deve “determinar”, “exigir” certas bênçãos. Parece até que é obrigação de Deus servir a seus filhos. O cristão deve ter cuidado com essa visão errônea, pois é uma deturpação da Palavra de Deus; uma afronta ao Ser merecedor de toda honra e toda Glória.

Alguns ousam utilizar passagens como “somos mais que vencedores”; “tudo posso naquele que me fortalece” -  para elucidar a doutrina da prosperidade. Porém, as pessoas se esquecem de dar atenção ao contexto

A FORMAÇÃO DO CÂNON BÍBLICO


Introdução

Cânon significa inventário ou lista de escritos ou livros sagrados considerados inspirados por Deus pelos israelitas e cristãos. No hebraico a palavra é qenéh; no grego, kanóni.
Hoje, existem duas listas de livros que se completam entre si. Um é chamado Antigo Testamento (Antiga Aliança); o outro, Novo Testamento (Nova Aliança). O primeiro revela a promessa de Deus aos homens, através de um povo, Israel, enquanto o outro, o seu cumprimento. Vejamos algumas passagens que falam dessas alianças. A primeira foi pronunciada pelo próprio Deus a Moisés, após o livramento de Israel da escravidão do Egito:

"Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha. E vós me sereis um reino sacerdotal e o povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel." (Ex 19 : 5-6)

A passagem abaixo revela que viria uma nova aliança, pois a antiga não era perfeita, mas era apenas a sombra da segunda aliança que estava por vir:

"Eis que dias vêm, diz o Senhor, que eu vou fazer um novo testamento para a casa de Israel e para a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão para tirá-los da terra do Egito, porque invalidaram a minha aliança, apesar de eu ter desposado, diz o Senhor. Mas esta é a aliança que farei com a casa de  Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior,

A VERDADEIRA VONTADE DE DEUS

Trechos do Livro "Sob Tuas Asas"

A falta da busca da verdadeira vontade de Deus é um erro grave e freqüente entre nós. Esquecemos que não se deve fazer, nem deixar de fazer absolutamente nada sem antes consultarmos ao Senhor. Se o coração diz algo, não deve ser ignorado, e sim, colocado diante dEle para se obter uma resposta: se provém de Deus, ou se é mais um dos enganos do coração do homem (Jr 17:9 – “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem poderá conhecer?”).
Muitas vezes, Deus nos responde de maneira natural, mas infelizmente, acontece que, muitas vezes, não conseguimos enxergar esses sinais, mesmo que sejam extremamente visíveis. Aliás, quanto mais visíveis, mais difíceis de serem enxergados. Acontece que na maioria das vezes, Deus não fala de forma sobrenatural. Ele usa a Sua Palavra, o louvor, os sonhos, ou sinais óbvios e naturais, mas se não estivermos ligados,

QUEM É O DEUS CRIADOR?

Quem é o teu deus? Alah? Iahweh? Brahma? Nun? Pan?  Afinal, qual desses nomes é o do Deus Criador verdadeiro? Como não errar ante a tantas culturas, histórias e nacionalidades diferentes? Todas as religiões afirmam ser “A Verdadeira”, e agora? Como saberemos se estamos seguindo o caminho correto?
Bem, se você tem dúvidas como essas, seja bem vindo! Isso significa que você não é influenciável e tem sabedoria suficiente para conhecer e analisar algo antes de colocar sua fé cegamente. Essa é a forma correta de agir, pois mostra prudência. Assim, acredito que eu possa mostrá-lo algumas coisas importantes que irão ajudá-lo a encontrar a Verdade.
No estudo anterior, sobre suicídio, nós aprendemos que o ser humano, mesmo que inconsciente, busca por Deus, pois o homem foi criado por Ele e em sua essência precisa

SUICÍDIO





Para vários pensadores, como Goethe, Kant, Sartre e Russeau, o suicídio possui definições que se complementam e se contradizem, uma vez que o ato, em si, é visto pelo suicida como uma maneira de acabar com a dor, a angústia e o sofrimento que é vivenciado, e não por um fim à própria vida. Também pode ter a intenção de causar remorso àquele que o fez sofrer. O desejo de não sentir mais sensações ruins torna-se tão intenso que ele é capaz de ficar cego diante das reais consequências ou "efeitos colaterais" do ato. Podemos dizer que este conceito está correto, porém, não está completo; é possível lançar mais uma luz sobre o assunto quando conhecemos a Palavra de Deus e é isso que iremos fazer neste estudo.

A certeza natural da existência de Deus, mesmo que nosso "eu" não admita, é manifestada por uma sensação de vazio, uma lacuna a ser preenchida em nós.

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