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PROFETAS MENORES

RESUMO DO LIVRO "PROFETAS MENORES II"
Isaltino Gomes Coelho Filho






INTRODUÇÃO


No Livro “Os Profetas Menores II”, Isaltino Gomes Coelho Filho, explica a história da época de cada profeta, para que os livros proféticos sejam mais bem entendidos. Antes disso ele comenta a respeito da denominação dada a esses livros,
pelos cristãos, e a denominação dada aos mesmos livros pelos judeus, para clarear o entendimento do leitor.

Na Bíblia hebraica, os mesmos livros que denominamos Profetas Menores estão contidos em um único livro sob o título “Os Doze” que falam dos profetas. Assim como na Septuaginta, o nome dado ao Antigo Testamento é Dodekapropheton, ou seja: “Os Doze Profetas”. A designação “Profetas Maiores e Menores” só surgiu no período cristão, com Agostinho, por volta de 400 d.C., na sua obra “A Cidade de Deus”. São chamados assim não pela importância do seu conteúdo, mas pelo tamanho da mensagem. Achei muito interessante o comentário de Isaltino quando diz que ao analisar o nome dos profetas com o conteúdo dos livros, vê-se que, realmente, a veracidade da passagem: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo” (2Pe 1:21), pois coincidem perfeitamente.

Os profetas menores podem ser divididos em três grupos, no âmbito do período histórico: Profetas de Israel; Os profetas de Judá e Profetas pós-exílicos de Judá. Vamos agora a explicação de cada livro, a partir de Naum (que estão dentro do currículo “Livros Proféticos III”) de acordo com os comentários feios por Isaltino.


NAUM

O nome Naum significa “consolação”. Como o nome do profeta sempre coincide com a mensagem, ele foi o único profeta que não profetizou juízo contra Israel, mas consolação, pois anunciava o juízo contra Nínive, que eram seus adversários.

O autor conjetura que Naum era natural de Cafarnaum, que significa “vilarejo (kafar) do consolado (naum), e fugiu para Elcós, na parte sul de Judá, ou que era natural de Elcós, e que, esta, veio a se chamar Cafarnaum por sua causa. Particularmente, creio que a primeira conjetura é a mais convincente.

O tema principal é “o juízo contra Ninive”, mas o autor levanta outros temas secundários como “O Caráter de Deus”. O livro revela que Deus é um Deus tardio em irar-se, mas quando se ira, não há escapatória. “A Ação de Deus na História” também fica bem explicita nesse livro. Deus não mede esforços para que se cumpra Sua Palavra, seja de juízo, seja de salvação, agindo, impressionantemente, através de história.

O autor também comenta que a mensagem que Naum trouxe era a mensagem que Jonas queria trazer, pois não se conformou que Deus tenha perdoado os ninivitas naquela época. Na época de Naum, o rei não se arrependeu, nem jejuou, nem orou, mas quando viu que as profecias iriam acontecer, se suicidou.

Pelo contexto, deduz-se que ele profetizou cerca de 710 a.C., durante o reinado de Manasses, pior rei de Israel, pois foi o que mais irou ao Senhor. Porém, devemos lembrar que mais tarde, após muito sofrimento, ele se converteu e fez o povo se voltar para Deus, mas as conseqüências do pecado sempre permanecem. Existem outras suposições para a data da profecia, mas essa é a preferida por boa parte dos estudiosos, pois era naquele momento histórico que os assírios representavam maior ameaça à Judá. Era nessa época que a destruição da cidade mais forte dos assírios seria um alívio para os judeus; um verdadeiro “Consolo”.


HABACUQUE


Em hebraico, seu nome é Habaqqûq, cujo significado encontra várias alternativas, porém, a que mais se assemelha à mensagem do livro é “abraço, do hebraico habaq, “abraçar”, pois o profeta “lutou contra Deus”. Habacuque externava suas dúvidas, mas cheio de fé. Ele buscava esclarecimentos de Deus. É neste livro que encontramos uma das maiores declarações de fé de toda a Bíblia: “Ainda que a figueira não floresça, ... todavia eu me alegrarei no Deus no Senhor, ... e me fará andar sobre os meus lugares altos”(Hb 3:17-19).

O tema principal do livro é: “O justo viverá da fé”. Deus promete a morte do ímpio e a vida àquele que tem fidelidade para com Ele, ou seja, bênçãos àqueles que tem fé nEle e lhe são fiéis. É claro que existem os temas secundários como Santidade e juízo de Deus. Esses dois temas secundários envolvem um terceiro: “A Soberania de Deus”. Deus é santo e não pode conviver com o pecado, sem que venha o juízo. O livro deixa claro que Deus não age conforme a nossa vontade, mas de acordo com a Sua vontade soberana. A mudança de atitude em Habacuque, da dúvida para a fé, veio através de muita resistência, mas a oração trouxe a paz e reconhecimento de Sua soberania, porém, necessário que Deus ordenasse que o profeta se calasse para que ele caísse em si e reconhecesse que Deus age como Ele quer.

O Livro é um diálogo de Habacuque com Deus. O profeta Habacuque questiona a Deus por que Ele permite a injustiça. Deus responde que os Caudeus serão Seu instrumento de juízo. Habacuque não fica satisfeito com a resposta e questiona por que Deus utiliza ímpios piores do que o seu povo a Seu serviço. Sobe a torre de vigia e espera por outra resposta, porém, Deus fala sobre os cinco ais da destruição dos caudeus, ordenando que o profeta se cale. No último capítulo, Habacuque obedecendo à ordem de Deus, mostra sua confiança com um lindo salmo.

Habacuque questionava da violência e injustiça de sua própria terra, e não entendia o motivo para que Deus lhe respondesse que enviaria os caudeus. Podemos concordar que não era o que ele queria ouvir. Se fôssemos nós que tivéssemos intercedendo, gostaríamos que Deus respondesse que iria nos abençoar e nos libertar de nossos inimigos e não que iria usar nossos inimigos para nos castigar! No contexto de Jeremias, seu contemporâneo, vê-se claramente como era naquela época: “porque todos eles são adúlteros, um bando de aleivosos. E encurvam a língua, como se fosse o seu arco, para a mentira; fortalecem-se na terra, mas não para a verdade; porque avançam de malícia em alicia, e a mim me não conhecem, diz o Senhor”, pode-se entender porque Habacuque estava tão indignado.

Segundo o autor, a obra, provavelmente, tenha sido escrita no intervalo entre a queda de Nínive, em 612 aC e a queda de Jerusalém, em 586 aC.


SOFONIAS


O nome Sofonias significa “Iahweh esconde” ou “protege”. O autor comenta que talvez os pais do profeta tivessem dado esse nome em agradecimento a Deus por tê-lo ocultado em de meio à matança que aconteceu durante as atrocidades de Manasses, conforme o texto de 2Rs 21:16, que sacrificava crianças a Moloque. Pode ser que ele fosse descendente do rei Ezequias, mas baseando-se no nome do seu pai, Cuche (Kushi) que significa “negro”, era de origem negra. Alguns acreditam que por isso seria escravo, mas a escravidão não estava condicionada à raça ou cor, por isso, essa não é a crença de Isaltino Gomes. Era contemporâneo de Jeremias, Sofonias e mostrava-se um discípulo espiritual de Isaías, e com ousadia denunciava as injustiças de toda espécie, incitava o povo à conversão.

O Tema principal possui duas idéias opostas, mas que caminham juntas: “A grande ira do Senhor e a redenção do dia do Senhor”. “O Dia do Senhor”, que abrange os dois temas, não seria um dia da vitória dos judeus sobre as demais, como eles pensavam, mas o dia em que Deus colocará o mundo em ordem. Um dia de alvoroço, de julgamento e não alegria. Um julgamento universal que atingirá a todos, judeus ou não. A razão desse juízo é expressa em detalhes. É a conseqüência de pecados graves, diante de uma superficialidade religiosa, o sincretismo religioso e a hipocrisia espiritual de toda nação. Nesse livro, Deus é revelado como “fogo consumidor” que consumirá a terra em virtude do pecado e da intransigência dos homens. No final, o profeta fala de salvação (3:9-20), mas ela também não se restringe aos judeus, mas é uma salvação universal. Essa mensagem de esperança ao final da profecia, destaca a necessidade da busca ao Senhor, pois somente Ele é fonte de todo o bem, justiça. Aqui entra o significado do nome do profeta mais uma vez, pois assim como Deus fez com Sofonias, escondendo-o da matança, esconderá o povo que a Ele buscar, aleluia!



AGEU


“Ageu” significa “festivo”. A raiz deste nome tem sentido literal de “celebração”. A mensagem que Deus deu ao povo de Israel através do profeta, mais uma vez, tem tudo a ver com seu nome. O profeta, junto com seu contemporâneo Zacarias, foi um dos maiores incentivadores da reconstrução do templo. É o primeiro dos chamados profetas pós-exílicos e segundo a tradição judaica, teria nascido no cativeiro. Presume-se que teria voltado a Jerusalém no regresso do primeiro grupo em 537 a.C e começou a profetizar em 520 a.C.

A mensagem de Deus para que seu povo reconstruísse o Templo fica bem clara quando Deus se queixa dizendo: “Acaso é tempo de habitardes nas vossas casas forradas, enquanto esta casa fica desolada?” Deus respondia assim ao Seu povo que dizia não ser o tempo de edificar a casa do Senhor. Apesar de Deus não habitar em templos feitos por mãos humanas, era um cuidado dEle para com o povo, pois é o povo que precisa de um templo. O profeta mostrou os fracassos nas colheitas, entre outros, era por causa do relaxamento em relação à reconstrução do templo. Três semanas depois de Sua repreensão, reiniciou-se a reconstrução. Após seis meses, o que estava parado por 15 anos, foi concluído.

A promessa de Deus é que a Glória do segundo templo seria maior do que a do primeiro, porém, o pranto dos anciãos se misturava à alegria dos jovens em ver o templo construído. Essa divergência dava-se porque os anciãos conheciam o primeiro templo feito por Salomão que era majestoso, totalmente revestido de ouro. O segundo templo era pobre devido às condições precárias de um povo recém chegado do cativeiro. Além disso, o segundo estava desprovido da Arca da Aliança que havia se perdido em 587. Os anciãos estavam comparando-o os dois, de maneira humana, porém, essa visão não poderia contemplar o que estava para acontecer após cinco séculos. A profecia do Senhor se concretizou mais tarde, quando Jesus entrou no templo. A essa Glória, nada na terra poderia se comparar. Quando Jesus entrou no Templo, ele já havia sido reformado por Herodes, o Grande, em 19 aC. Depois de terem sido levados cativos, o povo de Israel ansiava pela concretização da profecia da vinda do Messias. Esperam um rei que os livrará de seus inimigos. O que eles não esperavam é que não O reconheceriam e que a tão desejada vinda seria desprezada até os dias de hoje.

Algo também importante de se salientar é que coisas novas aconteceram no período pós-exílico. A nação adotou o nome Israel, ao invés de Judá. Deixou de ser uma monarquia, para ser uma comunidade religiosa vivendo em função de sua religião, onde a comunidade vivia em redor do Templo e tinha seu governo sacerdotal.

É importante salientar que Ageu tem sido chamado “o profeta de sucesso”, pois nenhum profeta conseguiu uma resposta tão rápida à sua mensagem. Apesar de Jonas também ter tido a resposta rapidamente, foi um pregador de má vontade, que não desejava que acontecesse o que aconteceu. Mas Ageu pregou para ver os resultados.


ZACARIAS


O nome “Zacarias” significa “Iahweh se lembra”. O nome do seu pai era Berequias que significa “Iahweh abençoa”; o do seu avô era Ido, que significa “tempo marcado”. O autor junta todas essas “coincidências” e indica como mensagem do livro: “Iahweh não esquecerá das promessas da aliança para abençoar Israel no tempo marcado”. Mais uma vez o nome tem parte com a mensagem. Deus usa seu profeta para chamar o povo ao arrependimento. Mas não é um chamado apenas para os judeus. Tem uma teologia de alcance universalista, em que as nações são chamadas para se submeterem a Iahweh.

Zacarias foi um sacerdote que voltou para Judá com seu pai e seu avô no primeiro retorno da Babilônia com Zorobabel. Isaltino alerta que esse é o único profeta menor identificado como sacerdote, e que o nome Baraquias seria um erro de cópia de um escriba. Era contemporâneo de Ageu, porém, conjetura-se que ele era bem mais jovem. Seu ministério durou cerca de dois anos. Assim como Ageu, ele enfatizava que havia uma relação muito estreita entre a obediência a Deus na reconstrução do templo e a bênção divina que viria sobre o povo, como conseqüência.

O tema é “A Necessidade de Terminar o Templo e de Preparar-se para a Vinda do Messias”. A primeira trata do templo. A segunda, da vinda do Messias. No livro há um grande descompasso de conteúdo, as pode ser entendido por causa da segunda parte.

Como temas secundários, ele trata das oito visões do profeta. Todas essas visões mostram que Deus está com Seu povo, cuidando de sua terra, conduzindo Seu plano para onde deseja. Começa a apontar para o tempo messiânico e a afirmar o juízo sobre o mundo pagão. Isaltino faz seu comentário sobre essas visões, e que se segue abaixo, resumidamente:
  1. O sentido da primeira visão é o consolo de Iahweh.
  2. A segunda visão, dos chifres, está associada a poder, reino (Assíria, Egito Babilônia, Medo-Persa), mostrando que a força de Deus é maior do que a força do inimigo.
  3. A terceira visão mostra que o foco é a proteção de Iahweh sobre seu povo. Vem uma mensagem interrompendo a seqüência das visões. Os judeus que ficaram na Babilônia, são chamados a voltar.
  4. A quarta visão Josué simboliza a nação judaica, e que está sendo acusada pelo adversário. Em sua blusa estava escrito “Santo é o Senhor” que significa que Judá deveria se manter purificada até que viesse o Messias que tiraria a iniqüidade para sempre. Há mensagens sobre o jejum, como resposta ao povo que perguntava se era necessário jejuar depois da reconstrução do templo, e por fim, da necessidade que o mundo inteiro tem de Deus.
  5. A quinta visão é a do castiçal de outra e as sete lâmpadas que significam os dois ungidos, que assistem junto ao Senhor. Há muitas conjeturas sobre isso, mas a mais viável é que seriam Josué e Zorobabel. Josué é o líder religioso; Zorobabel, o civil. A combinação de rei e sacerdote põe em foco final o Rei Sacerdote Messiânico.
  6. A sexta visão é um rolo (livro) que voa. O livro é uma maldição. No processo de purificação do país, Iahweh vai a busca do que jura falsamente, do ladrão e do mentiroso.
  7. Na sétima visão, a mulher simboliza a impiedade, e quando ela é colocada no cesto e sua boca selada, simboliza que a impiedade não deve fazer parte de Israel, mas que deve voltar para Babilônia, símbolo do mundo pagão.
  8. A ultima visão são quatro carros que saem do meio de dois montes. Os montes marcavam a entrada da residência dos deuses. Os carros, que saem para a terra do norte, onde estavam os exilados, são patrulhas de Iahweh, vigiando seu povo.


A Segunda parte trata de eventos alusivos ao fim do tempo de Israel, já na era do Messias. As profecias englobam tanto a espada que desceria contra O Messias, a Nova Aliança, quanto do reino messiânico que viria em grande Glória e aceitação mundial.




MALAQUIAS


O nome Malaquias, “Malakhy” que significa “meu mensageiro”. Pode ser entendido como a contração da palavra “Malakyyâh”, que significa “mensageiro de Iahweh”. O fato do nome Malaquias não ser comentado em outros lugares no livro, é motivo de muita discussão, e entre elas vejamos as seguintes citadas por Isaltino: 1 - Malaquias seria apenas um título, não o nome de uma pessoa histórica, sendo o livro, portanto, de autoria anônima; 2 - foi um anjo encarnado que escreveu o livro; 3 - ou seria Esdras o mensageiro. Porém, mesmo diante de todas essas conjeturas, Isaltino crê na possibilidade de um homem chamado Malaquias ter escrito o livro. O livro não tem data exata, mas alguns eventos históricos permite situar a profecia em aproximadamente 430 aC.

O livro baseia-se em um diálogo de Deus com Israel, entre perguntas e resposta. Deus pergunta e o povo responde com uma outra pergunta, geralmente, incoerente. Essas respostas (perguntas) declaravam um incrível desprezo ao amor divino. Amor no sentido da palavra “ahab” (amor que escolhe).

Um assunto importante tratado no livro é: “A Grandeza de Deus”, apesar de não ser o tema principal. Deus chama o povo a lhe dar a honra que é devida a Seu nome, pois o povo tinha “indiferença” com tudo que vinha de Deus: A Lei (não amavam ao próximo), as ordenanças (sacrificavam animais com defeito e não davam o dízimo), mostrando claramente que estavam desonrando-O. Seu nome deveria ser honrado, pois todas as nações reconheceriam Sua grandeza (1:11-14). Diante de toda essa indiferença, eles mostravam um esfriamento espiritual muito grande, e Deus declarava que se não O ouvissem, para honrar o Seu nome, Ele os maldiçoaria. Ao final, Deus promete que enviaria Elias, o profeta (O mensageiro que prepararia o caminho de Iahweh), antes do Dia do Senhor.

Isaltino traz uma importante interpretação sobre a passagem que Jesus aparece conversando com Elias, e Moisés. Esses profetas foram marcos importantes para Israel; prepararam o caminho, mas no momento em que Deus dizia: “Este é o meu filho, em quem me comprazo”, queria dizer que a partir daquele momento, Jesus era mais importante e eles deveriam ouvi-Lo. O tempo da Lei acabara, e agora temos o tempo da Graça.

O objetivo do livro era despertar Judá em sua área espiritual para que Iahweh tornasse a abençoá-los. O povo se encontrava em uma indiferença ao amor de Deus, à aliança, a Lei e, conseqüentemente, indiferente também ao amor uns para com os outros, resultando em divórcios, pecados sociais, etc.


CONCLUSÃO


Em todos esses livros dos profetas menores pode-se perceber que há similaridades, apesar de terem sido escritos em tempos diferentes. Os fatos narrados por Isaltino explicam melhor a história da época das profecias, e notamos as semelhanças com nossa época. O homem evolui em todos os sentidos, mas moralmente ele permanece o mesmo. A teimosia do homem é a mesma. O mundo conhece a Deus, mas ignora a sua vontade, e muitas vezes, até os seus servos acabam se desviando,  endeusando pessoas ou coisas, seja a astrologia, um homem famoso, a luxúria, o dinheiro, as coisas desse mundo, etc., e deixamos as coisas de Deus em segundo plano. Lembremos sempre que tudo é permitido, mas nem tudo nos convém.

Vemos que Deus tem um amor muito grande e é tardio em irar-se, mas quando isso acontece, não há quem o impeça, a não ser um coração quebrantado e arrependido. Deus move a história para que todas as Suas palavras não caiam por Terra. Tudo que Ele prometeu nesses livros, Ele cumpriu, e o que ainda não vimos se cumprir, é uma questão de tempo, pois de Sua Palavra, não passará sequer o pontinho do i.


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